Rodolfo Belz

1929|1930

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Belz, Rodolfo (1898-1978)
Pastor, administrador e escritor. Filho de Gertrudes Wagner e Francisco Belz, nasceu no dia 27 de julho de 1898, no distrito de Gaspar Alto, Brusque, SC. Iniciou em 1905 curso primário na Escola Adventista do Brasil, em Gaspar Alto; porém, concluiu os estudos elementares em 1909 na Escola Pública São José, em Florianópolis, SC.

Em 1911 foi batizado pelo pastor Frederico Robert Kümpel em São José, Florianópolis. Logo cedo começou a trabalhar como alfaiate e, em 1912, foi promovido a primeiro oficial de alfaiate em Brusque. Em seguida, a família mudou-se para Rio Claro, SP, onde concluiu o curso ginasial.

Casou-se com Alice Chagas em 10 de dezembro de 1922 e da união conjugal nasceram quatro filhos: Cláudio, Fábio, Cleide e Otávio. Rodolfo formou-se na primeira turma de alunos do Colégio Adventista Brasileiro (CAB), atual Unasp-SP, em 17 dezembro de 1922. Posteriormente cursou a Escola Superior de Filosofia de São Paulo.

Começou seu trabalho na Obra Adventista como evangelista em Ribeirão Preto e Pinhal, SP. Foi depois pastor da Igreja de Vitória, ES, e da Igreja Central do Meier, RJ. Ingressando então no magistério, foi professor de História, Geografia, Inglês e Filosofia, e preceptor no CAB (1929-1933). Evangelista da Associação Paulista e da Associação Paulista Leste; departamental dos Missionários Voluntários da Associação Paulista; presidente da Associação Paulista (1936-1940); presidente da União Sul-Brasileira (1940-1952); secretário de Campo da Divisão Sul-Americana (1953); diretor geral do CAB (1953-1957); presidente da Associação Rio-Minas (1957-1958); presidente da União Este-Brasileira (1958-1970); secretário de Campo da Divisão Sul-Americana (1970-1972), aposentando-se finalmente em 1973.

Embora aposentado, trabalhou como pastor da Igreja do Brooklin, SP, e Vila Isabel, RJ. Foi também produtor e organizador do Programa "Ouve, ó, Israel". Escreveu os seguintes livros: A Vida e Seus Problemas, Focalizando Nossa Época, E Então Virá o Fim, Quando Tudo Falha, Gratos Por quê?, e outros editados após sua morte, além de inúmeros artigos.

Faleceu no dia 12 de janeiro de 1978, aos 79 anos de idade, em São Paulo, SP. Através do Decreto 16.998 de 7 de dezembro de 1980, a prefeitura do Município de São Paulo, no governo de Reynaldo Emygdio de Barros, deu o nome de Rodolfo Belz a uma rua do Bairro do Butantã em São Paulo.

Em 15 de maio de 1979, a família Belz foi congratulada com a medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo em virtude dos serviços prestados por Rodolfo Belz como pastor e educador.

 

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